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25/08/2011 / Boleiragem Tática

Arouca, a ótima válvula de escape do Santos de Muricy

 

No 4-2-3-1, esquema da moda e também do Santos de Muricy, campeão da Libertadores deste ano e em reabilitação no Brasileiro, a participação dos dois volantes é mais do que necessária. É essencial em todas as vertentes. Desde o combate, passando pela saída de bola, até a chegada ao ataque como elementos surpresas. São poucos, porém, os cabeças de área com tamanha versatilidade e preparo físico para desempenhar a dupla-função de marcar e defender com eficácia.

Arouca faz parte desse seleto grupo de jogadores. Ao lado de Henrique,é praticamente o segundo volante de Muricy Ramalho. Sem a bola, ajuda na marcação de um dos meias rivais, como um autêntico cabeça de área. Com ela, sai com rapidez, seja com toques em velocidade ou arrancadas fulminantes. Na verdade, é a grande válvula de escape do time.

O Santos de Muricy: 4-2-3-1

Sobretudo em jogos truncados, nos quais Neymar, Ganso e Elano pouco conseguem jogar e criar, Arouca é fundamental. Da cabeça de área, o meia surpreende a marcação adversária, chegando como elemente surpreso na frente. Nesta quarta, por exemplo, foi dele a jogada para o gol da vitória sobre o Fluminense, o segundo de Borges no 2 a 1 santista na Vila Belmiro.

Depois de uma arrancada fulminante após roubada de bola na defesa, o volante-meia tabelou com Ganso às costas de Marquinho, antes de deixar Borges em condições de decidir a partida. À melhor maneira de um volante moderno, Arouca foi decisivo contra o Fluminense. Como já tinha sido no Paulistão e na Libertadores. Como um leão na proteção à zaga e um ótimo elemento surpresa no ataque.

Arouca lembra Ramires no Cruzeiro de 2009, vice da Libertadores. Também como segundo volante, Ramires tinha liberdade para chegar à frente como um elemento surpresa. Cansou de marcar gols e dar assistências. Assim como Elias no Corinthians de 2009-10, comandado pelo hoje técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes.

Entre outros tantos exemplos pelo mundo, percebe-se que a função não é nova, até mesmo no Brasil. Mas segue sendo de gigantesca importância para os times que jogam no 4-2-3-1. Principalmente os que podem ter a sorte de contar com um volante do nível de Arouca.

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