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18/01/2011 / Campo de 11

Brasil de Neymar atua no 4-2-3-1 e já é favorito

Antes mesmo de rolar a bola no Peru, dava-se como certo que Neymar seria a grande estrela da seleção brasileira e, até mesmo, do Pré-Olímpico. Para a estréia, contra um misterioso Paraguai, esperava-se uma boa atuação de Neymar. Ninguém se surpreenderia se jóia da Vila Belmiro estreasse marcando um gol. Ou dois. Três. Mas quatro? Neymar é craque o suficiente para surpreender. E mostrar que realmente é diferenciado.

A atuação de gala dôo camisa 7 brasileiro explica o motivo da seleção brasileira ser justamente chamada neste sul-americano de “Brasil do Neymar”. Por mais que critiquem-no, ele é, sim, o dono do time. Destaque absoluto em meio a uma garotada extremamente promissora.

Taticamente, a garotada brasileira comandada por Ney Franco atua no 4-2-3-1. Foi este o esquema utilizado nos treinamentos e durante boa parte da partida desta terça-feira. Na linha de armadores, Oscar joga pela direita, mas troca diversas vezes de posição com Lucas, o meia centralizado. Isso ajudou a confundir ainda mais a confusa zaga paraguaia. Neymar, pela esquerda, joga solto. Quase como um segundo atacante.

Tecnicamente, o Brasil sobra no papel e na prática diante dos adversários. Até mesmo a promissora Argentina se mostra bem atrás. Porque tem um time diferenciado. Com um bom goleiro, uma zaga segura comandada pelo ótimo Bruno Uvini, dois laterais eficientes, um volante moderníssimo(Casemiro), meias habilidosos, um gênio. Falta um volante para o lugar de Zé Eduardo, afobado e péssimo na estréia. Acabou expulso como o apagado e desorientado Henrique.

Outro que não rendeu bem foi Oscar. Apagado apesar da movimentação. Para a partida de quinta-feira seria interessante testar Alan Patrick. Na frente, Diego Maurício parece a opção correta para substituir(de uma vez por todas) Henrique. Galhardo pode ganhar a vaga na lateral direita depois do ótimo segundo tempo que fez. Basta Ney Franco deslocar Danilo para a posição de volante, como o próprio já atuou no Santos.

O Brasil encarou poucas dificuldades diante de um Paraguai desorganizado e lento. Destaque para o meia Óscar Ruiz, que fez belo segundo tempo, enfernizando a defesa brasileira. De resto, os paraguaios sucumbiram diante do talento, do preparo e da força de um time muito bem montado, que tem no diferencial um gênio de 18 anos. Pintou o grande favorito da competição.

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