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02/10/2010 / Campo de 11

Santos 1 x 1 Palmeiras – No fim, resultado justo

Primeiro tempo: Santos no 4-2-3-1, com Alan Patrick, que entrou no lugar de Marquinhos, na armação. Palmeiras no 4-4-1-1, o mesmo da última quarta-feira

 

Com Marquinhos bem na armação das jogadas, mas Danilo apagado e escondido na meia direita, o Peixe concentrava as jogadas pelo lado esquerdo, com Neymar dificultando a vida de Vítor e Léo subindo bem ao ataque. O tradicional 4-2-3-1 era o mesmo do início do ano, mas, desta vez, não tinha um Ganso para fazer a diferença, ou até mesmo um Robinho. O Palmeiras não conseguia imprimir a boa marcação feita contra o Internacional, na última quarta-feira.

Após a lesão de Marquinhos, Alan Patrick entrou em seu lugar. O camisa 10 estava bem na partida, mas o 16 entrou melhor ainda. Participativo, movimentando-se com intensidade e fazendo boas tabelas com Neymar, o garoto deu uma nova dinâmica ao time do Santos. Azar dele que o Palmeiras era eficiente na frente. Valdívia, mais uma vez inteligente taticamente, recuava e confundia a marcação. Na armação, deitava e rolava para cima de Roberto Brum, ineficaz na marcação individual.

No 4-4-1-1 alviverde, Márcio Araújo e Rivaldo tinham papeis importantíssimos para o esquema da equipe. Ambos, além de ajudarem na criação das jogadas ofensivas, voltavam para marcar os meias abertos pelos lados santistas e, no caso do camisa 8 palmeirense, o meia Alan Patrick. Extremamente eficiente, Marcio Araujo começou a jogada do gol do Verdão, após bela “parede” de Valdívia e ótimo chute de Kléber.

O Peixe precisou sofrer um gol para acordar na partida. Após estar perdendo no placar, a equipe melhorou, Danilo cresceu no jogo e o empate parecia questão de segundos. No entanto, simultaneamente, a marcação palmeirense voltou a ser eficaz. E, sem referência na frente – devido a inoperância de Marcel -, o time da casa tinha problemas para criar boas chances de gol.

No intervalo, o interino Marcelo Martelotte sacou Pará, mal na partida e na marcação a Rivaldo e pôs Zé Eduardo. Com a mexida, sem mexer na estrutura tática da equipe, Danilo foi improvisado na lateral-direita e Zé Love permaneceu na sua posição de origem, por vezes revezando de lado com Neymar. O Santos melhorou. Ganhou mais velocidade e audácia no lado direito, além do poder de drible. Em bela jogada de Alan Patrick, o melhor em campo, Danilo desviou a bola que Deola se preparava para defender, empatando a partida.

Após o gol, o Santos tentou se lançar mais à frente, buscando bastante a vitória, mas esbarrava na limitação física do time. Valdívia era a perfeita expressão do cansaço e esgotamento físico das duas equipes. O campo pesado atrapalhava muito o segundo tempo, muito fraco tecnicamente. Não que impedisse os dois times de lutarem. Felipão tentou mudar o jogo, colocando Patrik e Lincoln, porém de nada adiantou. Ambos não tiveram a competência de fazer a diferença.

No fim, apesar do Santos ter sido melhor por mais tempo durante os 90 minutos, o resultado acabou sendo justo. Empate que afasta ainda mais ambos na briga por uma vaga na Libertadores. Título? Praticamente impossível.

Segundo tempo: Ambos no 4-2-3-1, com o Santos mais ofensivo e dinâmico.

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